aprus.com.br
10/12/2012
PALAVRA DO PRESIDENTE

Com a proximidade do final do ano visualizamos nossas “festas”, primeiro com informações técnicas naturais de uma intervenção isto é, a publicação do quadro final de credores do plano I e II da VARIG para a devida apreciação de acordo com a lei complementar 109. Observem que esta medida é uma medida legal e que não pode deixar de ser feita.

A segunda informação é sobre o plano I cujos recursos conforme já era do conhecimento de todos estava escasseando e previsto para o final de dezembro ou até início de fevereiro/2013.

Somente agora percebem a maioria dos nossos 4.800 integrantes do plano I, a falta que está fazendo a boa parte dos 50 milhões que a APRUS, AMVVAR e APVAR estão brigando na justiça quanto à migração de forma indevida da VEM para a PETROS, o fato daria com tranquilidade uma sobrevida de mais um ano de brigas para a recuperação dos nossos direitos.

Informamos que o processo está em pleno andamento, mas não no tempo que gostaríamos, pois nossas leis permitem como todos já entendem uma série infindável de recursos que protegem os fora da lei e maltratam os dentro da lei, inclusive indo contra a lei, eis que na idade que já temos deveríamos ter “descrito pela própria lei” uma maior rapidez na solução de questões que apresentamos na justiça.

Posso informar também que a APRUS sem inventar soluções estará nesta semana junto ao Sr. José Pereira do AERUS, analisando e buscando caminhos e soluções a serem trabalhadas.

Conforme já mencionado antes a APRUS não comenta sobre o movimento que tanto nos daria a paz que é de certa forma a vitória obtida pelo falecido Doutor Maia, mas acompanha todos os movimentos e continua pensando e trabalhando para o nosso “futuro” acreditando como sempre, na solução final dos nossos problemas com a mesma FÉ.

Prometo um novo posicionamento na quinta feira dia 13 pela manhã. Minha gente FÉ, é indispensável.

Thomaz Raposo de Almeida Filho
Diretor Presidente
APRUS/12/2012


Jornal Zero Hora - 27/09/2009
UMA CARREIRA PARA DECOLAR
Mercado nas alturas
Quantidade de profissionais capacitados não acompanha o crescimento do tráfego aéreo no país. O apagão de pilotos levou a Anac a custear aulas práticas em diferentes regiões.

Pilotos e outras profissões relacionadas à aviação podem garantir o seu embarque no mercado de trabalho. O tráfego aéreo de passageiros cresceu 6,5% apenas no primeiro semestre deste ano ante o mesmo período de 2008, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), abrindo portas para muitas vagas.

Atualmente, são mais de 12 mil aeronaves – incluindo aviões e helicópteros civis de todas as categorias – responsáveis por transportar mais de 50 milhões de pessoas por ano no país. Mas na contramão do crescimento, faltam profissionais qualificados dispostos a seguir carreira, em terra e no ar, apontam especialistas do setor.

– Há carência principalmente de pilotos com experiência. Muitos, após a paralisação das atividades da Vasp, Transbrasil, Varig, Rio Sul, Nordeste e BRA, optaram por trabalhar no Exterior, onde salários e benefícios são mais atrativos – explica Graziella Baggio, presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas.

Juliano Noman, superintendente de Serviços Aéreos da Anac, discorda. Para ele, o problema não é a falta de mão de obra, mas a dificuldade de formar gente em um curto prazo.

– Temos profissionais suficientes. Mas precisamos treinar pessoas para suportar o crescimento que esperamos para os próximos anos – pondera o superintendente.

De acordo com Noman, é possível formar técnicos entre 12 meses e 18 meses. Porém, fazer com que a carreira decole no setor da aviação nem sempre é tarefa fácil de ser executada. Os cursos são caros para todos os cargos, argumenta Graziella:

– O investimento no aprendizado é alto. E os salários não atraem mais.

Investimento na formação é expressivo

Luiz Augusto Jaborandy, 23 anos, confirma que o retorno do alto investimento para começar a carreira muitas vezes só começa a aparecer a partir do terceiro ano de profissão, como estimam também os especialistas. Em 2007, acompanhando o pai, piloto militar em viagem aos Estados Unidos, conquistou as habilitações americanas de piloto privado, privado de helicóptero, voo por instrumento, comercial (de linhas áreas e táxi aéreo) e bimotor.

– É um diferencial para a carreira. O inglês é valorizado, principalmente a linguagem técnica. Sem contar a experiência adquirida em aviões cuja tecnologia é muitas vezes superior à nossa – avalia Jaborandy

De volta a Brasília há seis meses, o estudante do curso superior de aviação civil comemora a aprovação da experiência pela Anac. Isso porque, para validar a formação americana no Brasil, ele passou por provas teóricas e práticas elaboradas pelo órgão.